Com o objetivo de regulação e promoção da autoestima, as crianças têm tido a liberdade de expor seus sentimentos bem como respeitadas suas opiniões e valorizadas suas realizações. Nesse sentido, todo dia é dia de ressaltar a singularidade de cada um de nós em meio a diversidade.
Os livros de literatura infantil utilizados também com contos africanos, indígenas e orientais são uma das estratégias utilizadas para que a criança se reconheça e se veja representada. Outros elementos como a música, brinquedos e objetos complementam a referência a essas heranças étnicas.
Nesse contexto, recentemente propus que as crianças fizessem um autorretrato usando um instrumento facilitador: uma caixa de giz de cera com nada menos que doze matizes diferentes de "peles". Além de proporcionar tons mais realistas às produções, a ideia vem ao encontro à promoção da igualdade e a diversidade racial brasileira.
Em nosso Encontro Cultural será possível apreciar mais de perto a galeria de artes da Turma do Brinquedo.
Até lá!
Profª Ana
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